Pela densidade, pela importância
e pela complexidade, a
prova objetiva de Tópicos de Política que acabamos de fazer recruta uma
série de elementos. De fato, a prova foi um desafio 5 de 5, e não estava fácil.
A partir da noção do que é democracia, ela explora conceitos, história,
legislação, acontecimentos da política recente e, sobretudo, o compromisso de
uma educação política que prepare os indivíduos para lidar com noções imprescindíveis
como participação, controle do poder, divergência, laicidade e os chamados ‘bugs
da democracia’. Basta abrir qualquer jornal hoje pra ver como são caros esses
temas, e como, de cima para baixo, na nossa hierarquia de poder, eles são mal
compreendidos.
A recuperação de uma prova assim
não pode abrir mão da proposta. O desafio continua de pé. A recuperação não
será mais fácil do que a primeira prova. Portanto, vamos estudar!
A recuperação será feita por meio
de uma entrevista e ofertada de duas formas diferentes:
a) No primeiro grupo, de pessoas com
nota entre 4 e 15, a recuperação consistirá em adicionar nota ao que já se
tem. Você responde de uma a três questões mais simples, disputando de 5 a 16 pontos.
Optará por essa alternativa o aluno que não quer fazer a prova de novo, mas
simplesmente atingir a média. O encaminhamento então é o seguinte: ele traz para
a entrevista a prova objetiva que fez. Ali, então, eu vou checá-la e fazer
perguntas em cima das questões que o aluno não foi bem.
b) Num segundo grupo, independente
da nota que o aluno tirou, ele vem pra entrevista disputando os 30 pontos. Aqui é uma recuperação total, e não
parcial. A pessoa será avaliada com perguntas mais complexas, envolvendo
todo o conteúdo + o texto do prof. Leandro Karnal, impresso e colocado no mural
da sala.
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